Dias seguintes ao que o jornalista iraquiano Muntazar al-Zaidi atirou os sapatos contra o presidente americano George W. Bush durante uma entrevista em Bagdá, o "protesto" virou tema do meu post de hoje. Diante disso, eu lanço a pergunta:
Quem nunca quis atirar um sapato em alguém? Seja por raiva, revolta, mágoa, ou simplesmente para só chamar atenção?
Ta bom. Um sapato pode ser exagero de um iraquiano revoltado (e com razão), mas e uma pedra, ou um tomate, um ovo podre, ou mesmo só uma palavra mal-criada?
As pessoas nos decepcionam, nos entristecem, nos magoam, nos ferem e na maioria das vezes nós não sabemos reagir a tais sentimentos. Quase sempre nos recolhemos em nosso cantinho, choramos, respiramos fundo, contamos até dez, e fazemos todas as técnicas indicadas por experientes no assunto para saber conviver com sentimentos ruins.
Mas a verdade é que a vontade que dá é mesmo a de jogar uma droga de um sapato em direção daquela pessoa (que a essa altura mais parece um POSTE). E não é para ferir não. Não é para machucar ou causar nele o mesmo sentimento que ele nos causou. É como se fosse um recado, um aviso de “To aqui, me olha, me sente, me entende, me compreende, me aceita, me engole, me beija, me ama...”
Tem uma música da Ana Carolina que diz assim: “...já vou dizendo de antemão: se eu encontrar com você tô com três pedras na mão. Eu só queria distância da nossa distância(...) Lembrei que era pra cada um ficar na sua (...) Atirei uma pedra na sua janela e logo correndo me arrependi. Foi o medo de te acertar. Mas era pra te acertar e disso eu quase me esqueci. Atirei outra pedra na sua janela, uma que não fez o menor ruído. Não quebrou, não rachou, não deu em nada. E eu pensei: talvez você tenha me esquecido. Eu só não consegui foi te acertar o coração porque eu já era o alvo de tanto que eu tinha sofrido, aí nem precisava mais de pedra. Minha raiva quase transpassa a espessura do seu vidro...”
E a vida continua assim mesmo depois de tantas pedras (ou sapatos, ou tomates...) jogados em vão.
A gente se desgasta, desanima, fica preso naquela história que não sai da nossa cabeça. A gente se sente ora feliz, ora triste; ora animado, ora jururú. Os ânimos mudam a toda hora feito os ponteiros de um relógio. E a gente passa pro estágio de ter um tipo de raiva de nós mesmos por continuar naquele ciclo vicioso. Nos sentimos patetas perante a vida, perante os amigos, perante nosso espelho. Procuramos subterfúgios, esconderijos, inventamos viagens, cursos, namoricos, amizades - nem tão verdadeiras, passamos a assistir novelas, a alugar mais filmes nos finais de semana e a se pegar fazendo nada, pensando em nada, em um lugar qualquer...Até que num belo dia a ficha cai e a gente começa a rir do que passou e a se considerar a pessoa mais pateta do Mundo. Pior ainda é que mais dias menos dias, a gente vai conhecer outra pessoa decepcionante, outro amor unilateral ou outra amizade ingrata...E aí? E aí o sapato do jornalista iraquiano vai voltar às nossas mãos e a gente vai fazer tudo de novo, do mesmo jeitinho, até sabe-se la quando. :P
* Doida pra assistir a minissérie Maysa :~ Não quero perder!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
a MINHA crença
Algumas pessoas sabem da minha aflição sobre religião, por eu ter sido criada numa família fervorosamente católica e não me sentir 100% fiel às pregações que tal Igreja prega. Sim, vou à missa aos domingos, na Semana Santa, no Natal. Fui batizada lá. Fiz a Eucaristia (comunhão) e parei por aí. Sou cobrada por não ter feito a Crisma, e me sinto mal por pensar que “quando for casar vou ter que me crismar para poder subir ao altar”. Eu me sinto mal porque esse ato não seria espontâneo, nem muito menos “o sonho da minha vida”. Eu me sentira (sinceramente) falsa.
Não pense que não tenho fé ou Deus no meu coração. Tenho a convicção da existência de alguma coisa superior que dá razão para tudo isso que vivemos aqui. O que quero dizer é que pra mim Deus é Infinita Sabedoria, Infinito Amor, Infinita Vida e Infinita Provisão, e que basta sintonizar com Ele para recebermos tudo o que desejamos. Agradeço a Ele por todas as coisas lindas e maravilhosas que tenho, assim como pelos ensinamentos mascarados de coisas ruins que ele encaminha à minha vida...
Mas o que quero dizer é que sou totalmente contra a algumas posturas da Igreja Católica que, CLARO, não cabe a mim julgar. Conheço muitos católicos que talvez não cheguem a contradizer abertamente a posição da Igreja, mas ficam com dúvidas ou acuados ou, pelo menos, fragilizados. Mas enfim, umas dessas coisas são seus pensamento contra o uso de preservativo, e sinceramente, contra a profissão de um publicitário (como eu).
Sim, a Igreja condena os publicitários como sendo os grandes colaboradores de muitas desordens atuais. Um dia desses fui à missa e quase saí chorando de lá achando que passei três anos da minha vida indo a uma Faculdade e mais um ano respirando TCC totalmente em vão. É, me senti assim: uma pecadora. Senti que passei pro lado do MAU. Senti que eu estava na profissão errada e um monte de outras coisas... Mas depois, sem estar sob o sermão do Bispo que rezava aquela Missa, parei pra refletir e me acalmei. Na verdade eu fiquei indignada porque a realidade não é bem assim.
O Mundo mudou e a maioria se adaptou a essa realidade. Não to chamando a Igreja católica de retrógrada ou de Medieval, mas a droga do Capitalismo mudou muita coisa e não vejo como fugirmos disso e tamparmos o sol com a peneira. Não temos mais os gladiadores pra nos distrair, mas temos o Carnaval. Ora! Quem não gosta de carnaval? De música animada? De beijar na boca? :P Não sejamos puritanas, meninas. A gente gosta SIM. Se eu fosse a Ivete Sangalo, em pleno carnaval na Bahia eu perguntaria: “QUEM É CATÓLICO AÍ?”, ou “QUEM É QUE VAI NA MISSA AÍ, gente?” , ou ainda “QUEM É QUE NUNCA DEU A PERIQUITA SÓ PORQUE TAVA ASSANHADA?”... Você que ta me lendo SAAAAAABE que não seriam poucas as mãos levantadas e os gritos de “eeeeeeeeu”. :P
Em relação ao uso da camisinha... No mundo, a epidemia contamina um jovem a cada 14 segundos, somando 40 milhões de pessoas já infectadas, mais 20 milhões de mortos. Com este tipo de declaração, assevera, a Igreja presta um ‘desserviço’ à humanidade quando só aceita o uso do preservativo em certas circunstâncias. Mas enfim, como eu disse: não cabe a mim julgar. E é por isso que eu continuo procurando em outros “lares” alguma filosofia (ou religião) que conforte muito mais o meu coração e o meu espírito do que a Católica.
Há uns 5 anos que venho lendo bastante as filosofias do budismo e principalmente as da Seicho-no-ie (que incorpora elementos do cristianismo e do budismo). Em geral, elas enfatizam o não sectarismo religioso, as práticas de gratidão à família e a Deus, e o poder da palavra positiva que influencia na formação de um destino feliz. Consigo me “encontrar” com as leituras da Seicho-no-ie porque condizem muito com o estilo de vida que eu levo e assim – confesso, me sinto em paz comigo mesma. Algumas das “normas” dos praticantes da Seicho-No-Ie são:
- Agradecer a todas as coisas do Universo;
- Conservar sempre o sentimento natural;
- Manifestar o amor em todos os atos;
- Ser atencioso para com todas as pessoas, coisas e fatos;
- Ver sempre a parte positiva das pessoas, coisas e fatos, e nunca as suas partes negativas;
- Fazer da vida humana uma vida divina e avançar crendo sempre na vitória infalível;
Pra fechar, aqui vai um pensamento do atual Dalai Lama que acho muito bonito: "Melhorar o mundo é melhorar os seres humanos. A compaixão é a compreensão da igualdade de todos os seres, é o que nos dá força interior. Se só pensarmos em nós mesmos, nossa mente fica restrita. Podemos nos tornar mais felizes e, da mesma forma, comunidades, países, um mundo melhor. A medicina já constatou que quem é mais feliz tem menos problemas de saúde. Quando cultivamos a compaixão temos mais saúde.”
Boa semana! ;)
Não pense que não tenho fé ou Deus no meu coração. Tenho a convicção da existência de alguma coisa superior que dá razão para tudo isso que vivemos aqui. O que quero dizer é que pra mim Deus é Infinita Sabedoria, Infinito Amor, Infinita Vida e Infinita Provisão, e que basta sintonizar com Ele para recebermos tudo o que desejamos. Agradeço a Ele por todas as coisas lindas e maravilhosas que tenho, assim como pelos ensinamentos mascarados de coisas ruins que ele encaminha à minha vida...
Mas o que quero dizer é que sou totalmente contra a algumas posturas da Igreja Católica que, CLARO, não cabe a mim julgar. Conheço muitos católicos que talvez não cheguem a contradizer abertamente a posição da Igreja, mas ficam com dúvidas ou acuados ou, pelo menos, fragilizados. Mas enfim, umas dessas coisas são seus pensamento contra o uso de preservativo, e sinceramente, contra a profissão de um publicitário (como eu).
Sim, a Igreja condena os publicitários como sendo os grandes colaboradores de muitas desordens atuais. Um dia desses fui à missa e quase saí chorando de lá achando que passei três anos da minha vida indo a uma Faculdade e mais um ano respirando TCC totalmente em vão. É, me senti assim: uma pecadora. Senti que passei pro lado do MAU. Senti que eu estava na profissão errada e um monte de outras coisas... Mas depois, sem estar sob o sermão do Bispo que rezava aquela Missa, parei pra refletir e me acalmei. Na verdade eu fiquei indignada porque a realidade não é bem assim.
O Mundo mudou e a maioria se adaptou a essa realidade. Não to chamando a Igreja católica de retrógrada ou de Medieval, mas a droga do Capitalismo mudou muita coisa e não vejo como fugirmos disso e tamparmos o sol com a peneira. Não temos mais os gladiadores pra nos distrair, mas temos o Carnaval. Ora! Quem não gosta de carnaval? De música animada? De beijar na boca? :P Não sejamos puritanas, meninas. A gente gosta SIM. Se eu fosse a Ivete Sangalo, em pleno carnaval na Bahia eu perguntaria: “QUEM É CATÓLICO AÍ?”, ou “QUEM É QUE VAI NA MISSA AÍ, gente?” , ou ainda “QUEM É QUE NUNCA DEU A PERIQUITA SÓ PORQUE TAVA ASSANHADA?”... Você que ta me lendo SAAAAAABE que não seriam poucas as mãos levantadas e os gritos de “eeeeeeeeu”. :P
Em relação ao uso da camisinha... No mundo, a epidemia contamina um jovem a cada 14 segundos, somando 40 milhões de pessoas já infectadas, mais 20 milhões de mortos. Com este tipo de declaração, assevera, a Igreja presta um ‘desserviço’ à humanidade quando só aceita o uso do preservativo em certas circunstâncias. Mas enfim, como eu disse: não cabe a mim julgar. E é por isso que eu continuo procurando em outros “lares” alguma filosofia (ou religião) que conforte muito mais o meu coração e o meu espírito do que a Católica.
Há uns 5 anos que venho lendo bastante as filosofias do budismo e principalmente as da Seicho-no-ie (que incorpora elementos do cristianismo e do budismo). Em geral, elas enfatizam o não sectarismo religioso, as práticas de gratidão à família e a Deus, e o poder da palavra positiva que influencia na formação de um destino feliz. Consigo me “encontrar” com as leituras da Seicho-no-ie porque condizem muito com o estilo de vida que eu levo e assim – confesso, me sinto em paz comigo mesma. Algumas das “normas” dos praticantes da Seicho-No-Ie são:
- Agradecer a todas as coisas do Universo;
- Conservar sempre o sentimento natural;
- Manifestar o amor em todos os atos;
- Ser atencioso para com todas as pessoas, coisas e fatos;
- Ver sempre a parte positiva das pessoas, coisas e fatos, e nunca as suas partes negativas;
- Fazer da vida humana uma vida divina e avançar crendo sempre na vitória infalível;
Pra fechar, aqui vai um pensamento do atual Dalai Lama que acho muito bonito: "Melhorar o mundo é melhorar os seres humanos. A compaixão é a compreensão da igualdade de todos os seres, é o que nos dá força interior. Se só pensarmos em nós mesmos, nossa mente fica restrita. Podemos nos tornar mais felizes e, da mesma forma, comunidades, países, um mundo melhor. A medicina já constatou que quem é mais feliz tem menos problemas de saúde. Quando cultivamos a compaixão temos mais saúde.”
Boa semana! ;)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
A Reciprocidade...
Moniquêta estava aqui pensando em reciprocidade e decidiu compartilhar seu pensamento. ;)
Cá entre nós: tem coisa mais gostosa do que a reciprocidade?
Tava pensando aqui...É horrível gostar de alguém e esse alguém não gostar da gente. Também é horrível a gente não gostar de alguém e esse alguém gostar da gente (isso é um SACO). Pior ainda é já ter recebido a reciprocidade e hoje não sentir mais.
Mas quero falar da 1ª hipótese...
Gostar, amar, ser apaixonado, sonhar, planejar, marcar, agendar. To falando de companheirismo, de amizade, de lealdade, de dedicação...de namorados, de casados, de amantes!
Me desculpem aqueles que chegam a dizer “amo por nós dois e sou feliz”. ISSO NÃO EXISTE!
Quem é que gosta de dar e não receber em troca?
De beijar e não ser beijado?
De abraçar e não ser abraçado?
Quem é que gosta de dar bom-dia e não receber a resposta?
De digitar uma letrinha no teclado e ela não aparecer no monitor?
De chamar um táxi e ele não parar?
QUEM?
Eu sinceramente ainda não vi alguém ser feliz assim (salvo se for masoquista). Ser feliz em dar fogo e receber gelo... Acredito que o amor seja uma estrada de duas mãos. Não pode ser unilateral. O amor não correspondido não vinga. É como uma flor que não recebe água. E o amor é uma plantinha muito delicada. Tem que receber doses maciças de carinho para evoluir.

Imagine...É como ser da ala da Bateria de uma escola de samba. Você bate o seu tambor: “TUM” e espera pelo outro “TUM” para que a doce sinfonia dos “TUM TUM TUNS” entrem em harmonia e sacudam as alas que sutilmente se tornam uma das coisas mais vibrantes que eu já senti na vida.
Amar e não ver a reciprocidade é dar o seu TUM e receber um silêncio em seguida.
É deixar uma nuvem pesada – e negra – de tanta expectativa e ansiedade sobre nossas cabeças, e principalmente sobre nossos corações.
Sim, reciprocidade num relacionamento é harmonia sentimental. É impossível seguir o caminho sem construir a melodia perfeita que só nós mesmos (os apaixonados) conseguimos ouvir.
O sangue consegue correr nas veias (como acontece na evolução da escola de samba), a gente sorri e pula de alegria... O mestre-sala e a porta-bandeira conseguem ser felizes e transpassar à platéia que amar e ser amado é uma união de sensações com o “Dó-Ré-Mi-Fa-Sol-La-Si”, que posso traduzir um pouco assim:
DÓrmir juntinho, acordar e ver ele de olhinhos fechados e sentir uma paz indescritível.
RÉparar nos defeitos e perceber que com eles (ou sem eles) ele continua sendo tudo aquilo que você sempre quis.
MIgrar para os mesmos sonhos dele e descobrir que juntos com os seus se tornam um só
FAzer de tudo e não se arrepender porque você percebe que no final valerá a pena
SOLtar a sua intimidade e não se envergonhar porque ele se tornou parte do seu ser
LAnçar mão de tantas coisas e não se incomodar com isso
SIgnificar para ele o que ele significa pra você.
A reciprocidade é linda. Suas conseqüências são a felicidade e a alegria de perceber o quanto é bom se sentir vivo.
Se sentir vivo é a melhor conseqüência. É perceber que na página seguinte do hoje tem um amanhã cheiroso, ensolarado e com uma brisa gostosa que me faz arrepiar só de pensar. E é por isso que incentivo o positivismo, e que jamais considero a hipótese de desistir para quem quer que seja. Por isso conquiste, supere, seja capaz de vencer essa batalha! É Better Together. :P
Cá entre nós: tem coisa mais gostosa do que a reciprocidade?
Tava pensando aqui...É horrível gostar de alguém e esse alguém não gostar da gente. Também é horrível a gente não gostar de alguém e esse alguém gostar da gente (isso é um SACO). Pior ainda é já ter recebido a reciprocidade e hoje não sentir mais.
Mas quero falar da 1ª hipótese...
Gostar, amar, ser apaixonado, sonhar, planejar, marcar, agendar. To falando de companheirismo, de amizade, de lealdade, de dedicação...de namorados, de casados, de amantes!
Me desculpem aqueles que chegam a dizer “amo por nós dois e sou feliz”. ISSO NÃO EXISTE!
Quem é que gosta de dar e não receber em troca?
De beijar e não ser beijado?
De abraçar e não ser abraçado?
Quem é que gosta de dar bom-dia e não receber a resposta?
De digitar uma letrinha no teclado e ela não aparecer no monitor?
De chamar um táxi e ele não parar?
QUEM?
Eu sinceramente ainda não vi alguém ser feliz assim (salvo se for masoquista). Ser feliz em dar fogo e receber gelo... Acredito que o amor seja uma estrada de duas mãos. Não pode ser unilateral. O amor não correspondido não vinga. É como uma flor que não recebe água. E o amor é uma plantinha muito delicada. Tem que receber doses maciças de carinho para evoluir.

Imagine...É como ser da ala da Bateria de uma escola de samba. Você bate o seu tambor: “TUM” e espera pelo outro “TUM” para que a doce sinfonia dos “TUM TUM TUNS” entrem em harmonia e sacudam as alas que sutilmente se tornam uma das coisas mais vibrantes que eu já senti na vida.
Amar e não ver a reciprocidade é dar o seu TUM e receber um silêncio em seguida.
É deixar uma nuvem pesada – e negra – de tanta expectativa e ansiedade sobre nossas cabeças, e principalmente sobre nossos corações.
Sim, reciprocidade num relacionamento é harmonia sentimental. É impossível seguir o caminho sem construir a melodia perfeita que só nós mesmos (os apaixonados) conseguimos ouvir.
O sangue consegue correr nas veias (como acontece na evolução da escola de samba), a gente sorri e pula de alegria... O mestre-sala e a porta-bandeira conseguem ser felizes e transpassar à platéia que amar e ser amado é uma união de sensações com o “Dó-Ré-Mi-Fa-Sol-La-Si”, que posso traduzir um pouco assim:
DÓrmir juntinho, acordar e ver ele de olhinhos fechados e sentir uma paz indescritível.
RÉparar nos defeitos e perceber que com eles (ou sem eles) ele continua sendo tudo aquilo que você sempre quis.
MIgrar para os mesmos sonhos dele e descobrir que juntos com os seus se tornam um só
FAzer de tudo e não se arrepender porque você percebe que no final valerá a pena
SOLtar a sua intimidade e não se envergonhar porque ele se tornou parte do seu ser
LAnçar mão de tantas coisas e não se incomodar com isso
SIgnificar para ele o que ele significa pra você.
A reciprocidade é linda. Suas conseqüências são a felicidade e a alegria de perceber o quanto é bom se sentir vivo.
Se sentir vivo é a melhor conseqüência. É perceber que na página seguinte do hoje tem um amanhã cheiroso, ensolarado e com uma brisa gostosa que me faz arrepiar só de pensar. E é por isso que incentivo o positivismo, e que jamais considero a hipótese de desistir para quem quer que seja. Por isso conquiste, supere, seja capaz de vencer essa batalha! É Better Together. :P
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Apresentando...
Tanto tempo sem blog, sem escrever, sem transformar em palavras sentimentos e pensamentos... :P
Depois de ver em um blog de uma amiga o bem que faz colocar pra fora certas coisas, relembrei quando aos 15, 16, 17 anos tinha um blog (da ig) e que me sentia muito bem em extravasar...E por isso tive a idéia de refazer isto aqui.
Aliás, passei anos da minha vida escrevendo em diário. Pode parecer bobagem de “menina moça”, mas é uma coisa que serviu de auto-conhecimento pra construir a persona que aqui escreve...
Mas deixando de bla bla bla e sabendo que Naiane e Jamy serão as fiéis leitoras das coisas que aqui serão ditas, esse 1º post é só um pretexto pra testar as configurações e layouts do blogger... :x ahuehaeuhe
Ah!! Já ia esquecendo.
Pq Better Together?
Na verdade eu procurava por um nome pro blog e nada de criativo veio à minha mente. Pensando na vida, em mim... acabei chegando NELE com o meu pensamento. Pensei em nós dois, na nossa história, nas nossas experiências e trajetória. A úncia coisa que me veio na cabeça foi uma música do Jack Johnson chamada "Better Together", que eu gosto MUITO e que traduzida ao pé da letra quer dizer "melhor juntos". E é isso que eu e ele somos: muito melhores juntos. Juntos eu e Michel sempre somos melhores, sabe-se la porquê razão, mas sei que somos. Hahaha Que besta! Mas é isso. Uma justificativa #)
* Tô ouvindo barulhos estrondosos de trovões :|
Beijão!
Depois de ver em um blog de uma amiga o bem que faz colocar pra fora certas coisas, relembrei quando aos 15, 16, 17 anos tinha um blog (da ig) e que me sentia muito bem em extravasar...E por isso tive a idéia de refazer isto aqui.
Aliás, passei anos da minha vida escrevendo em diário. Pode parecer bobagem de “menina moça”, mas é uma coisa que serviu de auto-conhecimento pra construir a persona que aqui escreve...
Mas deixando de bla bla bla e sabendo que Naiane e Jamy serão as fiéis leitoras das coisas que aqui serão ditas, esse 1º post é só um pretexto pra testar as configurações e layouts do blogger... :x ahuehaeuhe
Ah!! Já ia esquecendo.
Pq Better Together?
Na verdade eu procurava por um nome pro blog e nada de criativo veio à minha mente. Pensando na vida, em mim... acabei chegando NELE com o meu pensamento. Pensei em nós dois, na nossa história, nas nossas experiências e trajetória. A úncia coisa que me veio na cabeça foi uma música do Jack Johnson chamada "Better Together", que eu gosto MUITO e que traduzida ao pé da letra quer dizer "melhor juntos". E é isso que eu e ele somos: muito melhores juntos. Juntos eu e Michel sempre somos melhores, sabe-se la porquê razão, mas sei que somos. Hahaha Que besta! Mas é isso. Uma justificativa #)
* Tô ouvindo barulhos estrondosos de trovões :|
Beijão!
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