Hoje é aniversário da minha irmã linda, amiga, leal, companheira, parceira, confidente, minha companhia de toda hora. Ela, que me acalma quando to com medo, que dorme ao meu lado quando eu to doente, que ri de tudo o que eu falo, que me admira, que me ouve, que me malina, que me aconselha, que sabe TUDO de mim. Ela, que era tão pequenina e que agora ta um mulherão; que peguei no colo; que coloquei pra ninar... Ela, que é tão centrada, tão mocinha, tão esperta, tão safa, tão madura. Ela, tão inteligente, tão meiga, tão dengosa.
Minha irmã foi um presente de Deus, que veio aos meus 13 anos, quando eu achava que só eu quem reinava em casa. Veio para multiplicar o nosso amor, para completar nossas vidas e acabar com a nossa monotonia. Veio com um susto grande, driblando mil barreiras e sobrevivendo as dificuldades ainda bebezinha. Bia foi valente, foi forte, foi guerreira. Surpreendeu a todos e hoje ta aí, uma adolescente cheia de vida e com um futuro brilhante pela frente.
Que venham décadas e décadas de comemorações. Que Deus te proteja de todos os males e te guie em tua caminhada. Sou sua fã, sua admiradora. Torço por você como nunca torci por outro alguém. Você plantou no meu coração o maior dos sentimentos e ele, acredite, nunca vai morrer. Que venham brigas, que venham distâncias, mas saiba que NUNCA eu vou desistir de você, porque você é e sempre será a minha maninha linda que eu tanto amo. Parabéns pelo seu dia, minha molecota. Irmã te ama muito, muito, muito. Feliz aniversário!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Paz.

Em novembro do ano passado estava eu em São Paulo, fazendo um curso de Orçamento de obras. Saí pela cidade para passear, comer, sei la. Era num domingo. Fui andando na Av. Paulista de "cabo a rabo" (literalmente) e comecei a observar tanta gente diferente...
Eram pessoas tatuadas, homossexuais, skatistas, mendigos, cachorros, madames, crianças, saxofonistas, pianistas, palhaços, equilibristas. Vi mímicos, cantores, velhinhos, casais apaixonados, vi beijos intensos, olhares tristes, sorrisos abertos. Carros passavam, motos faziam barulho. Poderia ser o habitual de qualquer dia em São Paulo, mas tinha algo diferente.
Foram 2.700m andando e observando. Havia alguma coisa diferente, realmente. Uma força estranha, uma vibração positiva entrou no meu coração. Não entendi o que era. Não entendo o que foi. Pode ser que tudo estivesse, mesmo, do mesmo jeitinho de sempre; pode ser que fosse coisa da minha cabeça, impressões de quem estava com saudade de São Paulo. Vai ver que fosse isso, mesmo.
De repente veio uma brisa geladinha, como se também passeasse em meio a tanta gente diferente. Não sei, mas aquela brisa também era diferente. Foi então que abri meus braços e comecei a sorrir. Sabe quando um maestro rege uma sinfonia bem serena? Suas mãos ficam num movimento leve e lento? Do mesmo jeito minhas mãos também ficaram. Eu sorri, de verdade. Minha mãe, se olhasse, diria “essa menina ta ficando doida”.
Então, aquilo penetrou no meu coração como a paz que eu sempre gostaria de ter. Que paz maravilhosa! Talvez só eu entenda o que senti. Talvez você já tenha tido essa experiência. Ser feliz sem motivo é a melhor felicidade que existe. É o mais puro significado de paz. Estava em paz. Estou em paz.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Me abraça, 2012.
Dois mil e onze...
Acredito, me fez mulher. Mulher adulta. Mulher feita. Mulher. Ser mulher, no meu conceito, é amadurecer, crescer, evoluir. Muitas mudanças... Muita coisa mudou no que eu sentia, nas coisas que eu pensava. Muitos conceitos mudaram, muita coisa se tornou desnecessária e outras, que antes nem eram vistas por mim, agora são essenciais.
Esse ano de 2011 me trouxe desafios. Desafios profissionais que me fortaleceram como pessoa. Aprendi (um pouco) a ser mais forte e a controlar meus impulsos; aprendi a ser mais prudente e a pensar mais antes de agir. Me tornei mais calma (mais ainda) para tomar decisões. Me tornei – talvez – menos emotiva e mais racional. Não por coisas da vida, mas pela própria correria que tal ano exigiu de mim.
Reconheci pessoas fundamentais e indispensáveis e, com isso, cada vez mais entendo o que é ter um (a) amigo (a). Lembro que quando eu tinha 13 anos minhas amizades tinham uma descrição. Aos 15, outra. Aos 19, mais outra. Aos 24, outra totalmente diferente. E agora, aos 26, mais outra. E sabe, eu gosto mais dessa de agora. Chamar alguém de amigo é, talvez, mais intenso do que dizer a alguém um “te amo”. Te amo esse que hoje sai da boca das pessoas feito bolinha de sabão naquele brinquedinho quando assoprado. “Te amo” é pouco perto do valor de uma amizade. Pouco, mesmo.
Graças a Deus (ao contrário do que eu diria antes) meu número de amigos é menor do que no início do ano que passou. Por ser menor, é mais precioso. Graças a Deus não tenho mágoa de ninguém, nem rancor, nem ódio, nem qualquer outra coisa ruim dentro do meu coração. Meu coração ta tão em paz que meu sorriso nesse início de ano é um dos mais sinceros que já tive. To de coração feliz por viver em paz comigo mesma, por estar fazendo o que eu realmente acho o certo a ser feito. Feliz por meus princípios não terem sido atropelados nem muito menos distorcidos pelos acontecimentos do ano e, claro, feliz por estar feliz.
Não viajei o quanto queria, mas pude estar em São Luís (cidade que me surpreendeu), Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belém. Deu para respirar novos ares, porém não me perdôo por não ter ido aonde eu realmente queria ter ido. Quem sabe em 2012 eu concretize os planos e no fim esteja radiante por ter viajado o máximo que minhas condições financeiras – e de tempo – permitiram.
Se 2011 teve uma palavra, a minha foi “trabalho”. Acho que 2012 continuará sendo assim, pois entro nesse ano com a bagagem cheia de projetos e missões a serem realizadas. Entro em 2012 muito animada. Entro com um coração mais leve por ter resolvido duas pendências da minha vida. Entro mais segura, mais madura, mais confiante, mais.
Dois mil e onze agora é passado e 2012 é o presente. Um presente que quero amar, que quero cuidar, que quero viver (sem utopia alguma, que fique bem claro). Quero viver o que gosto de viver. Aliás, tem gente que diz que pelo fato de eu não viver em festas e afins, que não to vivendo. ORA, pelo amor de Deus. Meu jeito de viver e ser feliz é esse. Sou tranqüila. Mais respeito, por favor. E é sério isso. Não é despeito, nem to falando da boca pra fora. Que 2012 cada um viva sua vida como bem achar que deve viver. É simples. Se eu sou feliz assim, quem é você para julgar a minha felicidade?
Em 2012 vou cuidar de mim, trabalhar, viajar, amar. Quero ir para Bali, quero conhecer a Itália, quero mergulhar de novo, quero renovações, conhecer culturas novas. É tempo de respirar e sentir o Mundo na palma da mão. É tempo de mexer o corpo, de pintar as unhas de vermelho. É tempo de ser solidário e dividir o que Deus me deu a honra de conquistar. É tempo de novas sociedades, de novos empreendimentos e de, quem sabe, viver em uma nova cidade (por que não?). É tempo de amar meus amigos, de ser grata, de dormir mais (porque em 2011 eu dormi tão pouco). Quero quem me admira por perto. Quero quem eu admiro por perto. Quero gente egoísta e ruim bem longe de mim. Quero que todo mundo se empregue, que saiba o quão bom é ser independente e livre. Quero pegar estrada e dirigir sem rumo. Quero que meus cachorros sejam felizes e que eles sintam o amor que sinto por eles. Quero ser mãe. Quero ser uma boa mãe. Quero saúde e paz para mim, minha família e amigos... O resto, por mais clichê que seja, a gente corre atrás.
Feliz 2012!
Acredito, me fez mulher. Mulher adulta. Mulher feita. Mulher. Ser mulher, no meu conceito, é amadurecer, crescer, evoluir. Muitas mudanças... Muita coisa mudou no que eu sentia, nas coisas que eu pensava. Muitos conceitos mudaram, muita coisa se tornou desnecessária e outras, que antes nem eram vistas por mim, agora são essenciais.
Esse ano de 2011 me trouxe desafios. Desafios profissionais que me fortaleceram como pessoa. Aprendi (um pouco) a ser mais forte e a controlar meus impulsos; aprendi a ser mais prudente e a pensar mais antes de agir. Me tornei mais calma (mais ainda) para tomar decisões. Me tornei – talvez – menos emotiva e mais racional. Não por coisas da vida, mas pela própria correria que tal ano exigiu de mim.
Reconheci pessoas fundamentais e indispensáveis e, com isso, cada vez mais entendo o que é ter um (a) amigo (a). Lembro que quando eu tinha 13 anos minhas amizades tinham uma descrição. Aos 15, outra. Aos 19, mais outra. Aos 24, outra totalmente diferente. E agora, aos 26, mais outra. E sabe, eu gosto mais dessa de agora. Chamar alguém de amigo é, talvez, mais intenso do que dizer a alguém um “te amo”. Te amo esse que hoje sai da boca das pessoas feito bolinha de sabão naquele brinquedinho quando assoprado. “Te amo” é pouco perto do valor de uma amizade. Pouco, mesmo.
Graças a Deus (ao contrário do que eu diria antes) meu número de amigos é menor do que no início do ano que passou. Por ser menor, é mais precioso. Graças a Deus não tenho mágoa de ninguém, nem rancor, nem ódio, nem qualquer outra coisa ruim dentro do meu coração. Meu coração ta tão em paz que meu sorriso nesse início de ano é um dos mais sinceros que já tive. To de coração feliz por viver em paz comigo mesma, por estar fazendo o que eu realmente acho o certo a ser feito. Feliz por meus princípios não terem sido atropelados nem muito menos distorcidos pelos acontecimentos do ano e, claro, feliz por estar feliz.
Não viajei o quanto queria, mas pude estar em São Luís (cidade que me surpreendeu), Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belém. Deu para respirar novos ares, porém não me perdôo por não ter ido aonde eu realmente queria ter ido. Quem sabe em 2012 eu concretize os planos e no fim esteja radiante por ter viajado o máximo que minhas condições financeiras – e de tempo – permitiram.
Se 2011 teve uma palavra, a minha foi “trabalho”. Acho que 2012 continuará sendo assim, pois entro nesse ano com a bagagem cheia de projetos e missões a serem realizadas. Entro em 2012 muito animada. Entro com um coração mais leve por ter resolvido duas pendências da minha vida. Entro mais segura, mais madura, mais confiante, mais.
Dois mil e onze agora é passado e 2012 é o presente. Um presente que quero amar, que quero cuidar, que quero viver (sem utopia alguma, que fique bem claro). Quero viver o que gosto de viver. Aliás, tem gente que diz que pelo fato de eu não viver em festas e afins, que não to vivendo. ORA, pelo amor de Deus. Meu jeito de viver e ser feliz é esse. Sou tranqüila. Mais respeito, por favor. E é sério isso. Não é despeito, nem to falando da boca pra fora. Que 2012 cada um viva sua vida como bem achar que deve viver. É simples. Se eu sou feliz assim, quem é você para julgar a minha felicidade?
Em 2012 vou cuidar de mim, trabalhar, viajar, amar. Quero ir para Bali, quero conhecer a Itália, quero mergulhar de novo, quero renovações, conhecer culturas novas. É tempo de respirar e sentir o Mundo na palma da mão. É tempo de mexer o corpo, de pintar as unhas de vermelho. É tempo de ser solidário e dividir o que Deus me deu a honra de conquistar. É tempo de novas sociedades, de novos empreendimentos e de, quem sabe, viver em uma nova cidade (por que não?). É tempo de amar meus amigos, de ser grata, de dormir mais (porque em 2011 eu dormi tão pouco). Quero quem me admira por perto. Quero quem eu admiro por perto. Quero gente egoísta e ruim bem longe de mim. Quero que todo mundo se empregue, que saiba o quão bom é ser independente e livre. Quero pegar estrada e dirigir sem rumo. Quero que meus cachorros sejam felizes e que eles sintam o amor que sinto por eles. Quero ser mãe. Quero ser uma boa mãe. Quero saúde e paz para mim, minha família e amigos... O resto, por mais clichê que seja, a gente corre atrás.
Feliz 2012!
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