segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Palavra

‎"Não, ainda não encontrei a nossa palavra. A palavra capaz de mostrar que não te amo como amou Julieta, Isolda ou qualquer outra pobre coitada à mercê de uma tragédia romântica. Gosto de você assim, simples. Gosto feito historinha da Disney, leve, pronta para o final feliz e com um enredo que quem quer que veja, saberá onde vai dar. E há de dar! O que sinto não renderia um drama shakesperiano, mas que se foda! – Shakespeare que me desculpe, ele é um gênio... Mas que se foda mesmo! – para dramatizar, já tenho essa maldita imaginação fértil da qual você ri de vez em quando. Você não me causa aflição, dor de barriga, tremedeira... Não! Você me faz levantar o pezinho quando nos beijamos, me estimula a querer ser alguém melhor, me faz rir e sentir que o amor é algo que caminha com a gente de mãos dadas, não sobre as nossas costas. Por essas e por outras, continuo buscando a tal palavra... A nossa palavra. Por enquanto, uso uma frase: Eu amo você!" (Flah Queiroz) :~~~~~~~~