terça-feira, 1 de maio de 2012

Tempo, tempo, tempo, tempo...

Mas, sabe, às vezes bate uma saudade.
Essa saudade maluca. Saudade intensa. Saudade que quase faz explodir o coração. Saudade de percorrer novamente certos caminhos que o meu Deus deu a oportunidade de caminhar. Saudade de acordar em certos lugares, ou em certos tempos. Tudo o que vivi até aqui foi tudo muito intenso e rápido. Acho que se não tivesse sido tão rápido, teria deixado de ser intenso e, quem sabe, não teria saudade. Ou teria? Sei la. Às vezes, quando não to muito legal (como agora), fecho os meus olhos e me desloco para certas situações.
Me deito aqui, na minha cama, e fico pensando, pensando, pensando. Sempre fui fiel à idéia de que tudo o que tiver de acontecer, VAI acontecer. Então, acredito que qualquer tristeza momentânea que venho a sentir, passará logo se assim tiver de ser. Até que isso aconteça, me dou de presente uma viagem no tempo para momentos felizes. Com olhos fechados, quase que posso sentir odores e sabores, sons e texturas. Posso ouvir sons, sussurros, sorrisos. E isso é maravilhoso.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Minha Bia.

Hoje é aniversário da minha irmã linda, amiga, leal, companheira, parceira, confidente, minha companhia de toda hora. Ela, que me acalma quando to com medo, que dorme ao meu lado quando eu to doente, que ri de tudo o que eu falo, que me admira, que me ouve, que me malina, que me aconselha, que sabe TUDO de mim. Ela, que era tão pequenina e que agora ta um mulherão; que peguei no colo; que coloquei pra ninar... Ela, que é tão centrada, tão mocinha, tão esperta, tão safa, tão madura. Ela, tão inteligente, tão meiga, tão dengosa.

Minha irmã foi um presente de Deus, que veio aos meus 13 anos, quando eu achava que só eu quem reinava em casa. Veio para multiplicar o nosso amor, para completar nossas vidas e acabar com a nossa monotonia. Veio com um susto grande, driblando mil barreiras e sobrevivendo as dificuldades ainda bebezinha. Bia foi valente, foi forte, foi guerreira. Surpreendeu a todos e hoje ta aí, uma adolescente cheia de vida e com um futuro brilhante pela frente.

Que venham décadas e décadas de comemorações. Que Deus te proteja de todos os males e te guie em tua caminhada. Sou sua fã, sua admiradora. Torço por você como nunca torci por outro alguém. Você plantou no meu coração o maior dos sentimentos e ele, acredite, nunca vai morrer. Que venham brigas, que venham distâncias, mas saiba que NUNCA eu vou desistir de você, porque você é e sempre será a minha maninha linda que eu tanto amo. Parabéns pelo seu dia, minha molecota. Irmã te ama muito, muito, muito. Feliz aniversário!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Paz.




Em novembro do ano passado estava eu em São Paulo, fazendo um curso de Orçamento de obras. Saí pela cidade para passear, comer, sei la. Era num domingo. Fui andando na Av. Paulista de "cabo a rabo" (literalmente) e comecei a observar tanta gente diferente...

Eram pessoas tatuadas, homossexuais, skatistas, mendigos, cachorros, madames, crianças, saxofonistas, pianistas, palhaços, equilibristas. Vi mímicos, cantores, velhinhos, casais apaixonados, vi beijos intensos, olhares tristes, sorrisos abertos. Carros passavam, motos faziam barulho. Poderia ser o habitual de qualquer dia em São Paulo, mas tinha algo diferente.

Foram 2.700m andando e observando. Havia alguma coisa diferente, realmente. Uma força estranha, uma vibração positiva entrou no meu coração. Não entendi o que era. Não entendo o que foi. Pode ser que tudo estivesse, mesmo, do mesmo jeitinho de sempre; pode ser que fosse coisa da minha cabeça, impressões de quem estava com saudade de São Paulo. Vai ver que fosse isso, mesmo.

De repente veio uma brisa geladinha, como se também passeasse em meio a tanta gente diferente. Não sei, mas aquela brisa também era diferente. Foi então que abri meus braços e comecei a sorrir. Sabe quando um maestro rege uma sinfonia bem serena? Suas mãos ficam num movimento leve e lento? Do mesmo jeito minhas mãos também ficaram. Eu sorri, de verdade. Minha mãe, se olhasse, diria “essa menina ta ficando doida”.

Então, aquilo penetrou no meu coração como a paz que eu sempre gostaria de ter. Que paz maravilhosa! Talvez só eu entenda o que senti. Talvez você já tenha tido essa experiência. Ser feliz sem motivo é a melhor felicidade que existe. É o mais puro significado de paz. Estava em paz. Estou em paz.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Me abraça, 2012.

Dois mil e onze...

Acredito, me fez mulher. Mulher adulta. Mulher feita. Mulher. Ser mulher, no meu conceito, é amadurecer, crescer, evoluir. Muitas mudanças... Muita coisa mudou no que eu sentia, nas coisas que eu pensava. Muitos conceitos mudaram, muita coisa se tornou desnecessária e outras, que antes nem eram vistas por mim, agora são essenciais.

Esse ano de 2011 me trouxe desafios. Desafios profissionais que me fortaleceram como pessoa. Aprendi (um pouco) a ser mais forte e a controlar meus impulsos; aprendi a ser mais prudente e a pensar mais antes de agir. Me tornei mais calma (mais ainda) para tomar decisões. Me tornei – talvez – menos emotiva e mais racional. Não por coisas da vida, mas pela própria correria que tal ano exigiu de mim.

Reconheci pessoas fundamentais e indispensáveis e, com isso, cada vez mais entendo o que é ter um (a) amigo (a). Lembro que quando eu tinha 13 anos minhas amizades tinham uma descrição. Aos 15, outra. Aos 19, mais outra. Aos 24, outra totalmente diferente. E agora, aos 26, mais outra. E sabe, eu gosto mais dessa de agora. Chamar alguém de amigo é, talvez, mais intenso do que dizer a alguém um “te amo”. Te amo esse que hoje sai da boca das pessoas feito bolinha de sabão naquele brinquedinho quando assoprado. “Te amo” é pouco perto do valor de uma amizade. Pouco, mesmo.

Graças a Deus (ao contrário do que eu diria antes) meu número de amigos é menor do que no início do ano que passou. Por ser menor, é mais precioso. Graças a Deus não tenho mágoa de ninguém, nem rancor, nem ódio, nem qualquer outra coisa ruim dentro do meu coração. Meu coração ta tão em paz que meu sorriso nesse início de ano é um dos mais sinceros que já tive. To de coração feliz por viver em paz comigo mesma, por estar fazendo o que eu realmente acho o certo a ser feito. Feliz por meus princípios não terem sido atropelados nem muito menos distorcidos pelos acontecimentos do ano e, claro, feliz por estar feliz.

Não viajei o quanto queria, mas pude estar em São Luís (cidade que me surpreendeu), Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belém. Deu para respirar novos ares, porém não me perdôo por não ter ido aonde eu realmente queria ter ido. Quem sabe em 2012 eu concretize os planos e no fim esteja radiante por ter viajado o máximo que minhas condições financeiras – e de tempo – permitiram.

Se 2011 teve uma palavra, a minha foi “trabalho”. Acho que 2012 continuará sendo assim, pois entro nesse ano com a bagagem cheia de projetos e missões a serem realizadas. Entro em 2012 muito animada. Entro com um coração mais leve por ter resolvido duas pendências da minha vida. Entro mais segura, mais madura, mais confiante, mais.

Dois mil e onze agora é passado e 2012 é o presente. Um presente que quero amar, que quero cuidar, que quero viver (sem utopia alguma, que fique bem claro). Quero viver o que gosto de viver. Aliás, tem gente que diz que pelo fato de eu não viver em festas e afins, que não to vivendo. ORA, pelo amor de Deus. Meu jeito de viver e ser feliz é esse. Sou tranqüila. Mais respeito, por favor. E é sério isso. Não é despeito, nem to falando da boca pra fora. Que 2012 cada um viva sua vida como bem achar que deve viver. É simples. Se eu sou feliz assim, quem é você para julgar a minha felicidade?

Em 2012 vou cuidar de mim, trabalhar, viajar, amar. Quero ir para Bali, quero conhecer a Itália, quero mergulhar de novo, quero renovações, conhecer culturas novas. É tempo de respirar e sentir o Mundo na palma da mão. É tempo de mexer o corpo, de pintar as unhas de vermelho. É tempo de ser solidário e dividir o que Deus me deu a honra de conquistar. É tempo de novas sociedades, de novos empreendimentos e de, quem sabe, viver em uma nova cidade (por que não?). É tempo de amar meus amigos, de ser grata, de dormir mais (porque em 2011 eu dormi tão pouco). Quero quem me admira por perto. Quero quem eu admiro por perto. Quero gente egoísta e ruim bem longe de mim. Quero que todo mundo se empregue, que saiba o quão bom é ser independente e livre. Quero pegar estrada e dirigir sem rumo. Quero que meus cachorros sejam felizes e que eles sintam o amor que sinto por eles. Quero ser mãe. Quero ser uma boa mãe. Quero saúde e paz para mim, minha família e amigos... O resto, por mais clichê que seja, a gente corre atrás.

Feliz 2012!

domingo, 3 de julho de 2011

Página nova

Amanhã começa uma nova fase na minha vida. Essa fase vem em todos os sentidos, principalmente voltado ao profissional. Uma página ta sendo virada, para que um novo tempo comece. To bastante ansiosa, a mil. Passei meu domingo pensando, criando, estudando, lendo, maquinando.

Desde muito tempo minha vida foi recheada de projetos que, não sei porquê razão, pertubam minha cabeça. Tenho TANTOS na minha gaveta, que se eu tivesse dinheiro para colocá-los na prática, ja estava rica... Sério, me vêm idéias que eu não entendo porque certas coisas ainda não existem. Mas enfim, isso é só um desabafo, pois fico "mordida" com o fato de só pensar e não agir. Amanhã começo a colocar em prática um desses projeto e vou batalhar muito para que eu consiga seguir adiante com ele. Quero muito! :)

Que Deus ilumine minha caminhada, porque depois dessa fase tão difícil por qual a gente ta passando, preciso muito de notícias boas. Então, é isso. o/
“A vida pode ser mais leve. Mais lúdica. Se eu não brincasse, enlouqueceria. Não posso nem sei ser essa imagem que tanta gente congelou a respeito do que é ser adulto. Passo longe desse freezer. Quero o calor da vida. Quero o sonho e a realidade melhor que ele puder gerar. Quero alguma inocência que não seja maculada. Quero descobrir coisas que não suspeito existirem [...]”

(Ana Jácomo)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

É necessário



"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar os momentos e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.” (P. Bial)

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sábado, 9 de abril de 2011

Cúmplices



"(...) Todo sentimento precisa de um passado pra existir
O amor não, ele cria como por encanto um passado que nos cerca
Ele nos dá a consciência de havermos vivido anos a fio
Com alguém que a pouco era quase um estranho
Ele supre a falta de lembranças por uma espécie de mágica..."

E esse trecho desse poema explica o que a gente não consegue entender. Não tem explicação, essa é a verdade. A amizade, assim como o amor, não precisa de fundamento. É um segundo, ou um olhar, muitas vezes uma palavra de tanto efeito que nos conquista. Sempre estamos desprevenidos. Às vezes, já acreditamos que já não precisamos de mais novos amigos, que a cota já deu, que ninguém mais é páreo para ganhar nosso coração. Aí, vem alguém e PLOFT: te deixa com saudade, com ternura, com paixão. A verdade é que é muito bom ter amigos. Amigos, velhos ou novos, fazem bem ao coração, porque coração feliz é a melhor coisa do Mundo.

Não tem preço se sentir entendida por alguém. Não tem! Não tem preço essa coisa de afinidade, de compreensão, de saber que pode contar com o outro. Essa tal de cumplicidade tão requisitada em tantas relações, numa amizade se faz antes da própria amizade em si. Primeiro vem a cumplicidade e, depois, reconhece-se que existe a amizade.

Aquele juramento que se faz no altar da igreja “juro ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza”, se faz entre almas no momento em que a amizade nasce. Essas coisas entre amigos não precisam nem ser ditas com palavras, pois já se sente quando alguém é de verdade com você. Ta, CLARO, depois a gente quer ouvir aquelas coisas bonitinhas de amigos, quer ser mimada, quer ser lembrada disso.

Saber que você está nas mais ternas orações de uma pessoa, vale muito. Muito, m-e-s-m-o. Perceber que a pessoa quer o seu melhor, que quer o seu sorriso e, mais ainda, quer a sua presença, é indescritível. Melhor que isso? É sentir que é recíproco. Meu coração está radiante por ter encontrado, entre tanta gente estranha e egoísta, mais alguém com quem contar. E eu to feliz com isso, sabe?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mais de mim.

Estava lendo o blog da Juliana Corrêa e li o texto "Mais de mim." - de autoria dela - e me identifiquei com tantas coisas que resolvi postar aqui. A íntegra ta no blog dela. Só clicar aqui.


"Chamo as pessoas por nomes inventados na hora.
Uso o mesmo apelido pra pessoas diferentes.
Chamo palavrão.
Grito!
Me desespero por um chocolate e quando como um pedacinho enjoo logo.
Escuto brega.
Já quiz ser a madonna.
Sou aracnofóbica.
Tenho enorme desejo de ter muitos filhos e viver para cuidar da minha família.
Tenho desejos que assustam alguns.
Digo coisas que não sei o que significam.
Leio livros que mal sei do que se tratam.
Amei a vida inteira e depois descobri que não era amor.
Pergunto!
Ofendo objetos inanimados.
Tenho medo de escuro e de personagens de filmes de terror.
Me envaideço com aplausos medíocres.
Desconfio dos aplausos conciêntes.
Quando fico com raiva, grito dentro do guarda-roupas e depois tranco a porta e a raiva fica lá dentro!
Faço da vida uma filosofia.
Traço planos malígnos que nunca tenho coragem de cumprir.
Preparo minha vida pra sonhos impossíveis.
Quando estou num lugar ruim, fecho os olhos e imagino o lugar onde eu gostaria de estar, e imediatamente meu astral melhora.
Dentro da minha cabeça, mato as pessoas que me incomodam. Sendo assim, tenho um grande cemitério com túmulos cheio de flores e saudade, e outros abandonados.
Choro!
Danço sozinha no meu quarto (e garanto que é melhor do que em qualquer boite).
Tenho poucos amigos(os) verdadeiros(as).
Gargalho alto e sem motivos.
Sorrio quando estou nervosa.
Choro quando estou feliz.
Desejo!
Gasto o dinheiro que deveria ser guardado.
Me dedico a conquistar pessoas que não me interessam e acabo esquecendo de conquistar quem realmente importa.
Quando estou apaixonada, me escondo, com vergonha.
Amo ciência.
Tenho náuseas quando escuto pessoas falando frases feitas e assumindo a autoria delas.
Não sei reagir a elogios.
Me apaixono pelo vilão, e acho os mocinhos tão patéticos.
Assisto Chaves e passo mal de tanto rir.
Conto tudo pra minha mãe. Tudo mesmo. (tô nem aí se me acharem mimada)
Fico pasma quando descubro que me odeiam. "Como podem odiar alguém tão legal?" rsrs
Sei guardar segredos!
Faço declarações de amor a uma cadelinha (meu carrochinho).
Tenho tics nervosos.
Passo mais de 1hr e meia lavando o cabelo.
Aplaudo o Djavan no final do Dvd.
Me fantasio de perua, quando na verdade gosto mesmo é de tênis e bermuda.
Não gosto de rasgação de seda. Se te elogiei ou disse que te amo, é porque é verdade.
Odeio que me testem.
Existo!
Exijo!
Fujo de disputas. Prefiro deixar pra quem faz muita questão.
Ouço mil vezes a mesma música e no dia seguinte eu não consigo nem ouvir falar nela.
Detesto pessoas ilustres, viro fã das mais exóticas.
As vezes eu saturo das pessoas e desejo ser uma planta.
Sorrio!
Acho graça de mim.
Me comparo.
Desentendo.
Odeio pessoas que amei.
Amo pessoas que odiei.
Interpreto muitos personagens.
Dispo-me!
Falo de mim, mas me desconheço!"

quarta-feira, 30 de março de 2011

Maria somos nós

Maria ganhou o BBB. E nós vencemos. Nós, mulheres donas das nossas vontades, dos nossos desejos, tentativas e erros. Nós que nos apaixonamos pelo lobo mau mau divertido, falante e machista. E o machismo não tem mais espaço no conto moderno nosso de cada dia. Graças a nós mesmas, que o abolimos e nos libertamos.

Maria Melilo foi Madalena, jogou-se nas fogueiras das paixões, assumiu seu cio. E atire a primeira pedra quem nunca pecou. Ou quis pecar. Todas pecamos mas, olha que coisa, não cremos mais em pecado. Quem dita o que é certo e errado quando se trata de sexo? Da nossa sexualidade? Nosso corpo nos pertence e, tatue na pele: só a nós cabe decidir o que fazer com ele.

Somos humanas, frágeis, tolas, fracas. E somos fênix, renascemos das cinzas, ágeis, fortes. Erramos e aprendemos com os deslizes. Rimos. Buscamos ajuda - nem que seja autoajuda. Lemos, trocamos ideias, confidências, ouvimos umas às outras. Experimentamos. Às vezes dá certo. Outras não dá. Damos.

E vem príncipe encantado e vão-se desencantos e não acreditamos nele, mas esperamos um dia, quem sabe... Somos clareza e contradição. Hormônios e coração. Ebulição. Somos ar, água e gelo. Derretemos. Não tentem nos desvendar pois não temos segredos. Nossos mistérios são mutantes, o que era não é, e o que é, já foi. E será diferente. Mais que mulheres, somos deusas. Rainhas. E serviçais, por que não? Somos o que escolhemos ser. Messalinas, virgens, molecas, meninas, mães e, acima dos nossos quereres, fêmeas. Dentro de nós corre a essência feminina, o dom da criação, do recriar-se. Geramos vida. Vivíssimas.

Aceitamos o que somos e não aceitamos mais o que acham que deveríamos ser. Somos mais que Amélias, mulheres de verdades. Somos bem remuneradas e donas do nosso nariz. Solteiras, casadas, separadas, nosso estado civil é nosso estado de espírito. Fiéis aos nossos instintos, damos rédeas à imaginação, rédeas soltas, claro. Ou, por opção, bem justas.

Aliás, temos um grande senso de justiça. Mas no nosso tribunal não cabem julgamentos. O veredicto é a felicidade. Queremos e buscamos ser felizes. Senão, viver pra quê? Sim, somos dramáticas. Rios de lágrimas lavam nossa pele e matam a sede. Bebemos. Falamos bobagens. Assumimos culpas alheias só para ficarmos em paz. Nos arrependemos e, sem pensar, fazemos tudo de novo. Aprender com os erros exige errar - essa é a melhor parte!

Mas sim, somos perfeitinhas. Autoestima é tudo, dizem. Acreditamos. Beijamos sapos, retocamos o batom. Fazemos mandinga, lemos horóscopos. Somos estrelas. Brilhamos. E rezamos, pedimos, agradecemos, enlouquecemos, deixamos doida a concorrência. Eles doidos. Que loucura!

Como Maria, com o apoio de milhões de votos, nós mulheres-fêmeas do século 21 somos a extinção da espécie e a renovação. Matamos o que fomos e nos tornamos a essência do que vamos ser. Enquanto isso, vamos vivendo nosso reality show diário. Vamos Mariando, simplesmente sendo. Campeãs.


por Ana Kessler

domingo, 27 de março de 2011

Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar – se ainda acreditar – pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá.

Fernanda Mello

quarta-feira, 16 de março de 2011

E esse papo de melhor amiga?



É difícil de eu assumir, mas eu não sei quem é a minha melhor amiga. Talvez por, simplesmente, todo dia uma amiga ser a minha melhor amiga. Ta, parece papo de adolescente, mas, apesar dos meus 25 anos, continuo tendo os mesmos sentimentos acerca de amizade que eu tinha há dez anos atrás. Então, se não há esse sentimento em você, não me leia, não. Você não vai entender nadinha do que eu vou escrever.

Não é que eu não tenha uma melhor amiga. Ter eu tenho. Mas não tenho a mesma melhor amiga todos os dias. Não que uma única pessoa seja várias, em dias diferentes, mas é que eu – com a graça de Deus – tenho várias, todos os dias.

Porra! Eu tenho amigas maravilhosas. Todas, claro, têm seus defeitos e confesso que às vezes eu não consigo nem chegar perto, de tão insuportáveis que são. É, eu falo mesmo. Mas, por um outro lado, minhas amigas têm virtudes tão deliciosas que consigo dizer que sou apaixonada por cada uma, de um jeito diferente. Sim, apaixonada, parece homem e mulher, SEM APETITE SEXUAL – que fique muito bem claro.

O que é estar apaixonada? É pensar, lembrar com cada coisinha, é rir do nada quando lembrar. É dizer que ama, que tem saudade. É ouvir uma música e lembrar. É ter vontade de ta perto. É fazer loucuras. É ter crises e mais crises de ciúme ridículo. É rir de qualquer coisa. É, também, sentir-se vazio quando ta longe. É brigar por ter esquecido de mim. É reclamar e se sentir idiota, depois da briga. É jantar a dois (ou a três, a quatro...). É se amar como se não houvesse amanhã e se proteger como irmãos. É tudo isso, né? É o que eu sinto por quem eu chamo de AMIGA. Mas ô droga, não é qualquer unzinho que eu conheço por aí ou que troquei meia dúzia de palavras e me simpatizei. AMIZADE DE VERDADE tem gosto de amor, de paixão, e por isso considerar alguém AMIGA, é um processo demorado, caloroso e satisfatório.

Satisfatório?

E porquê razão não seria essa a palavra? Satisfação, já diriam os conceitos, é “Contentamento; prazer que resulta da realização do que se espera, do que se deseja”. Pois é. E o que eu espero de uma amiga? Espero tanta coisa. E foda-se esse papo de “medo de se decepcionar”. Espero carinho, atenção, companheirismo. Feito irmãs, amigas se cuidam. É só isso o que eu espero. Se me decepcionar, COMO JÁ ME DECEPCIONEI, é porque não merecia a minha paixão. É porque merecia meu esquecimento. A gente tenta, né? Só que chega uma hora que a gente encontra o Sr. Limite e ele nos da um olhar 43 e a gente entende que tem gente que não merece a gente.

Enfim. Não sei quem é minha melhor amiga. Prefiro crer que as minhas são as melhores e ponto. Já tentei dividi-las em “A melhor de Uberlândia”, “A melhor de Manaus”, “A melhor de Belém”. Mas quando chego em “A melhor de Macapá”, não da certo. Aí tentei dividir a melhor por bairro, mas os bairros também coincidem. Então achei muita sacaganem esse negócio de dividir. Meu coração já é dividido, caramba.

Então, caro leitor (mentira, nem tenho leitor...HAHAHA), a parada é a seguinte: hoje a minha mãe ta sendo a minha melhor amiga de todos os tempos, desde 1985. Ontem ela tava um saco e, por um segundo, não quis ser filha dela. Só que hoje acordei cantando, na mente, a música “I Started a Joke” e senti aquela saudade de lagrimar os olhos. Aí, fodeu. Me apaixonei pela minha mãe e hoje quase não desgrudei dela. Recebi elogios, conselhos, nos beijamos, nos abraçamos muito, andamos de mãos dadas.

Amanhã? Amanhã ela vai ta um saco, de novo, e eu vou me agarrar a outra amiga. E não, meu coração não é volátil. Meu sentimento não muda. O que muda é esse rótulo de tal de Melhor Amiga – do dia, que fique bem claro.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Nós queremos dar






Pensei por muito tempo no título perfeito. Pensei em “trepar”, “transar”, “fazer amor” e finalmente em “dar”, porque no final das contas é exatamente isso o que as mulheres querem. Elas não querem trepar, não querem transar, não querem fazer amor (até porque “fazer amor” é coisa de pagodeiro), o que elas querem é dar.

Quando você dá, você está dando a alguém o que você tem de mais valioso: você mesma. É um presente, algo que a pessoa conquistou por merecimento, e que agora é dela e ela pode fazer o que quiser, porque já não te pertence mais. O que as mulheres querem, é justamente isso: Elas não querem mais pertencer a elas mesmas. Elas querem se doar.

Transar é muito bom, trepar é muito bom, gozar por si só é muito bom, mas bom mesmo é dar.
Dar não é só corpo. Dar é cabeça, dar é coração. Se uma mulher te dá, saiba que você foi o escolhido entre as milhares de opções que ela tinha. E acredite, ela realmente tinha milhares de opções.
Talvez você seja merecedor, talvez você não passe de um merda, e no final das contas isso pouca importa. Por alguma razão ela o escolheu, e então, meu caro, cabe a você, e só você, não desperdiçar tal presente.
Você pode encontrar uma multidão de mulheres querendo sexo. Mas dar, não.

Dar é a foda perfeita. Dar são os gemidos genuínos. Dar é o sexo com toda a vontade do mundo. Dar é acordar no dia seguinte e ainda querer aquela pessoa. Dar é querer agradar. Dar é aceitar ser agradada. Dar é se preocupar com o outro. Dar é bom pra caralho.

Depois que uma mulher finalmente descobre o que é dar, ela não se preocupa em esperar para dar novamente. Podem demorar meses, anos para que ela vá pra cama de novo com alguém. O que é sexo depois que se descobre a delícia de dar? As vontades são as mesmas, a necessidade de gozar é a mesma, o tesão é o mesmo, mas não é só isso que elas querem. Elas querem algo muito maior. Elas querem algo que talvez um homem nunca vá compreender. Elas querem se doar. Elas querem se entregar. Elas querem dar!



Por Marina Mello

domingo, 20 de fevereiro de 2011

"(...) você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim... avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço (...)" Caio F.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Até mais, 2009.

O ano que ta acabando foi um tão tão tão tão bom pra mim. Talvez tenha sido o ano de mais aprendizado, de mais auto-conhecimento e de mais conquistas. Eu nunca ri tanto como ri em 2009. Várias pessoas ajudaram para isso acontecer e eu serei pra sempre grata a cada uma delas. Ta, eu chorei muito também, mas pra que ficar lembrando disso? Pra que ficar lamentando e repetindo que não quero mais viver o que não gostei de viver? DEIXA ISSO PRA LA. As coisas boas superaram, sem dúvida, qualquer coisa ruim que vivi. E isso é tão bom.

Pra ser sincera, to com medo de 2010. Não é MEDO, é medinho. Daqueles de "Poxa,não queria que 2009 acabasse". Meu sonho é que 2010 seja tão bom (ou melhor) quanto foi meu 2009. Não quero nada de específico para esse ano a não ser ENERGIA POSITIVA. Quero distância de gente que reclama, de gente vingativa, de gente maldosa e de gente pessimista. Eu quero gente que sorri, que segure nas minhas mãos e diga "VAMOS, QUE VAI DAR CERTO" mesmo que todo mundo saiba que não va da certo. É, eu preciso dessas pessoas. Elas são como combustível que gera movimento. Pessoas assim não me deixam parada, não me deixam pensar nos contras das coisas. E eu amo essas pessoas porque eu ja fui muito parada e sem atitude. 2009 mudou alguma coisa em mim e só eu sei o que foi. Eu to entrando 2010 mais fortalecida, mais corajosa e muito mais confiante.

2010 será um ano sem 29 de fevereiro; de Copa do Mundo; de Beyoncé no Brasil; de Eleições Gerais; de Eclipse Lunar Total (o último que vi foi em 2004, com a minha mãe) e...CASAMENTO DA MONIQUE. Eu to tão ansiosa que nem sei se consigo explicar. A começar pelo casamento, pela casa nova, pela vida nova... Sair de casa e deixar o convívio diário da mamãe e da Bia me parte o coração. Saber que vou assumir inúmeras responsabilidades e abrir mão de muita coisa, me deixa um pouco tensa. 2010 será O ANO da minha vida. Aquele que vai mudar tudo, que vai mudar a direção das coisas. E não to exagerando não. Muitas decisões deverão ser tomadas por mim e eu nem sei se estou preparada para isso. Meu medo é não ser feliz depois de tudo (já to chorando). Dizem que é mais do que normal ter esse medo da infelicidade, mas espero que Deus abençoe esse meu novo caminho porque eu preciso da benção dele em tudo que eu for trilhar.

2009 vai deixar saudades, vai deixar lembranças, vai deixar muita coisa boa no meu coração. Sempre que algo ruim acontecer vou fechar os olhos e voltar para 2009 e então vou lembrar do QUANTO É BOM VIVER. Tive dias do filme “Ferris Buller's Day Off” (Curtindo a Vida Adoidado) e é por causa deles que meu ano FOI TÃO BOM. Aliás, em 2009 o Senhor do Bonfim da Bahia atendeu meus três (acredite) difíceis pedidos. Como não vou ter saudades desse ano? Sei que 2010 vem carregado de emoções e é por isso que sei que, vez ou outra, vou voltar para esse ano. Por isso eu não vou dar "Adeus Ano Velho" e sim "Até mais, 2009". Obrigada, Deus.



De repente, num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente
e o ano velho ficou para trás.

De repente, num instante fugaz,
as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que
o ano velho se foi e ano novo chegou.

De repente, os olhos se cruzam,
as mãos se entrelaçam e os seres humanos,
num abraço caloroso, num so pensamento,
exprimem um só desejo e uma só aspiração: paz e amor.

De repente, não importa a nação, não importa a língua,
não importa a cor, não importa a origem,
porque todos são humanos e descendentes de um só Pai,
os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar.

De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio,
os homens cantam uma só canção, um só hino: o hino da liberdade.

De repente, os homens esquecem o passado,
lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
Feliz Ano Novo !



Feliz 2010 pra todo mundo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A Vida e a Viagem de Trem

Hoje eu encontrei um texto que ouvi (adaptado) de alguém para um velho amigo que havia falecido recentemente. A emoção daquele dia me fez chorar TANTO, TANTO, TANTO que aquele dia se tornou inesquecível.


"A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.

Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco, nossos pais.

Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!

Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise.

Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.

O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades. Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza... mas me agarro na esperança que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar. Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem."

Ele terminava o texto falando (e chorando) assim "Marcos, meu amigo...MEU GRANDE AMIGO, a única certeza que eu tenho é que na última estação, quando eu descer, você estará lá me esperando e eu lhe darei um abraço grande, apertado, como o que eu to com vontade de lhe dar agora. Saudade de você, meu amigo. Fique em paz. Fique com Deus. Eu te amo"

;~

domingo, 26 de abril de 2009

Meu coração...

Quando a gente se conheceu eu tava no final da minha adolescência, com os meus lindos recém 19 anos. Tinha acabado de sair de uma história meio enrolada, da qual eu saí sofrendo. Na época eu tava reerguendo minhas forças, dando uma chance a mim mesma de ser feliz sem precisar de ninguém. Mas aí em junho de 2004 apareceu alguém que me viu e se apaixonou. Ele, hoje o meu amor, quis me conhecer e foi apresentado por uma conhecida em comum... Não dei nenhuma importância, afinal de contas eu gostava de outro carinha e não queria saber de ninguém. Pra ser franca, cinco minutos depois eu já nem lembrava a fisionomia dele. Mas aí ele não me esqueceu. Passou dias, semanas, meses tentando me encontrar de novo. Mandava recados, me ligava, me procurava, ficava de plantão na frente da Faculdade. Eu nem levava a sério... Pra mim ele era só mais um daqueles rapazes que querem ficar e depois partir pra outra, e disso eu queria passar longe.

Vinte e dois de agosto, depois de muita insistência, eu resolvi dar uma chance ao encontro que ele tanto queria. Ele me buscou em casa junto com aquela conhecida em comum e o namorado dela (primo dele). Fomos passear em uma praça e por lá, só nós dois, conversamos por horas e horas. Claro que só eu falava. E como eu falei! Ele só me olhava. Me engolia com os olhos, me analisava, lia meu corpo inteiro. Em nenhum momento ele tentou alguma coisa; só me via e me ouvia. Na verdade o máximo de proximidade que ele teve foi segurar minha mão. Caminhávamos de mãos dadas... E ali ficou o cheiro dele em mim e o meu cheiro nele. Depois disso ele foi me “devolver” em casa e la, dentro do carro dele, ele todo sem jeito e com uma carinha linda de vergonha perguntou se eu ia embora sem dar nenhum beijo nele... nos beijamos tão doce e carinhosamente. Aquele gostinho e cheirinho de Halls de uva verde penetraram em mim como o início de uma tempestade que eu mal poderia dimensionar. Ele foi tão carinhoso, tão gentil, tão cauteloso, tão delicado.

Ainda fugi bastante dele, pois eu tinha muito medo de me envolver de novo. Ele em algum momento ainda chegou a quase desistir, pois não agüentava mais os tantos “foras” que eu insistia em dar. Não que não tivesse sido gostoso beijá-lo (porque foi), mas eu sinceramente não queria me iludir ou iludir alguém. Só que ele não desistiu. Ele meteu na cabeça um “É ela” e foi atrás. Então algum tempo depois (uns dois, três meses) aconteceu a nossa primeira noite de amor. E o que aconteceu foi inexplicável. Não foi nada planejado, nada pensado. Simplesmente aconteceu. E aconteceu de uma forma que eu nunca vou esquecer. Se eu fechar os olhos agora eu posso sentir a respiração dele naquela noite, posso sentir o peso dele, posso sentir tudo. Sinto tanto essas sensações porque aquela noite foi fundamental para eu me apaixonar. Até brinquei depois que aquela música do Bruno e Marrone foi a nossa cara:

“ (...) to te esperando no mesmo lugar, pois estou louco pra te encontrar pra outra noite de aventura. Fui eu que fiz amor por brincadeira e acabei me apaixonando. Meu amor, eu me rendo a você, pois estou te amando. Você deixou em mim uma saudade com seu jeito de fazer paixão. Você fez maravilhas, loucuras, no meu coração...”

No dia seguinte eu tava morrendo de vergonha. Tinha certeza que ele não me procuraria mais. Fiquei um pouco arrependida quando acordei porque eu nunca tinha feito aquilo com alguém que não fosse meu namorado. Inesperadamente, às 9 da manhã, a campainha de casa toca: ERA ELE. Meu coração faltou sair pela boca. Fiquei desesperada correndo atrás de um pente, de uma escova de dente, de um perfume, de uma roupa decente, de qualquer coisa que não me fizesse parecer horrorosa. Pensei em milhões de coisas, e a maioria delas era “ele veio aqui me dar um fora”... Chegando la na frente ele me olha com uma caaaaaaaaaaara de saudade. Me deu um sorriso TÃO aconchegante. Era possível ouvir meu coração batendo naquela hora. Fui até ele e ele me abraçou e disse “Oi, baixinha”. Eu nem olhava na cara dele de vergonha, e sem entender nada perguntei o que ele tava fazendo ali, naquela hora, no dia seguinte a uma noite daquelas. Ele simplesmente me respondeu: “Vim ver como você ta e também porque to com saudade”.

Nem preciso dizer o quanto a pequena frase do homem-de-poucas-palavras me conquistou, né? Ele não precisou fazer nada grandioso para me ganhar. Ele só me deu a atenção que eu precisava naquele momento da minha vida. Me deu carinho, me deu colo, me deu o conforto dos braços dele, mas tudo de uma forma serena e despretensiosa.

Conhecer quem era Michel de Souza Pontes após isso foi mais fundamental ainda para ter nascido e crescido esse amor que hoje eu sinto. Afirmo que da minha parte não foi amor a primeira vista, mas que com certeza foi admiração à primeira vista. O amor veio com o tempo e se estabeleceu em mim. Seria hipócrita em afirmar que ele é perfeito, porque ele não é. Ele não tem tudo que eu sempre sonhei num homem, mas ele tem o fundamental para que eu possa dizer que ele é o homem da minha vida. Ele não é o mais romântico dos homens, não é intelectual, não sabe cozinhar, não tem o corpo do Malvino Salvador, nem muito menos os olhos do Bruno Gagliasso. Mas no lugar dessas coisas, ele é o mais carinhoso dos homens, o mais companheiro, o mais batalhador, o mais simples, o mais modesto, o mais sonhador, o mais bom de cama que eu já conheci. Ele é cheiroso, me cheira, é paciente, me ouve, torce por mim, se orgulha de mim, canta pra mim, faz massagem nos meus pés. Ô homem esforçado é esse. Sabe o sonho de toda mãe e sogra? É o Michel. Ele também ta sempre de boca e suvaco cheiroso. Ta sempre com as unhas cortadinhas, com a cueca limpinha. Ele é organizado, e gosta de comer as mesmas coisas que eu. É ciumento, prestativo e o mais importante: é meu melhor amigo. Já fez as mais estranhas declarações e provas de amor. Já pichou muros e ruas com “eu te amo”, já fez surpresas inesquecíveis e já disse coisas inesperadas em momentos inesperados.

Já tivemos uma fase muito ruim na nossa história onde cada um cometeu erros imperdoáveis, mas que estamos superando a cada dia e estamos conseguindo, graças a Deus. Terminamos uma única vez nesses anos todos, o que durou 19 dias (os mais longos e doloridos pra mim). Foi um período difícil e que só me trouxe respostas (a mim e a ele). Posso dizer que até o final de 2007 o nosso castelo era de areia, que algumas ondas desgraçadas vinham e derrubavam tudo o que a gente construía. Mas agora conseguimos construir um com rochas bem fortes, que dificilmente vai ser destruído, a não ser que caia um meteoro bem grande em cima dele. Hahaha... Deus nos livre! A fase ruim passou e eu não quero mais nem lembrar. Somos humanos e erramos, mas aprendemos com os erros e nos reinventamos após esse aprendizado.

No dia do meu aniversário desse ano decidimos que vamos nos casar no ano que vem, em 2010. Fiquei meio desesperada porque casar é um passo muito sério. Nunca havia pensado na seriedade do assunto. Batem dúvidas e sensações estranhas... É como se a minha vida daqui pra frente fosse ser escrita com essa atitude. Ainda a pouco disse a uma amiga que uma pessoa solteira tem o dia de amanhã como uma interrogação, uma surpresa. Estar casada é saber que você tem alguém, um lar, família, responsabilidades, e outras coisas sérias já estabelecidas. Para casar a pessoa tem que amar muito, pois, caso contrário, você só estará atrapalhando a sua própria vida e a do próximo. Casar não deixa de ser uma raiz plantada num solo firme para onde você vai ter sempre para onde voltar. Se você não amar, você não vai sentir essa raiz e vai fazer besteiras e besteiras. Besteiras físicas e com os sentimentos. Você não vai ser feliz e não vai dar felicidade. Por isso, casar é sério. Mais sério ainda para uma mulher, porque (pelo menos pra mim) casamento só é uma vez na vida e tem que ser para até que a morte os separar. Sou bastante romântica com isso, e acredito que se um homem e uma mulher quiserem, eles não se deixam vencer pelas barreiras da vida e conseguem superar tudo juntos sem hipocrisia ou viver infeliz para dizer que ta junto. Me refiro a superar as coisas, olhar nos olhos e dizer “Lembra porque nos casamos? Nós nos amamos e isso é pequeno perto do que sentimos. Vamos levantar e pular essa.” É isso.

Hoje eu to muito muito muito feliz. De coração MESMO. Nada é perfeito, mas a gente consegue chegar perto quando queremos. Temos que ter paciência e maturidade para alcançar as respostas corretas. Encontrei uma pessoa maravilhosa (e que me acha maravilhosa, mesmo sem eu ser). Descobri que ele é o homem da minha vida e que nenhum outro homem conseguirá de mim o que ele conseguiu.

E eu to escrevendo isso para que um dia o Daniel, o Leonardo, a Daniela e a Ana Carolina leiam e saibam que a mãe deles amou o paizão deles. Que independente da velhice, do destino ou de qualquer coisa que venha causar uma impressão de afastamento entre eu e ele, o que quisemos construir la pelo início do século XXI foi com sonhos, planos, objetivos... e entre eles o sonho de constituir uma família e multiplicar esse amor que há em nossos corações.

Michel, te amo muito e nada mudará isso.

terça-feira, 24 de março de 2009

Garota Toddynho.

Eu lembro que quando eu era criança o meu aniversário era o dia mais importante do ano pra mim.Eu esperava ansiosamente para o dia chegar. Tinha um caderninho com 365 bolinhas que eu guardava escondido em uma gaveta, e todos os dias eu ia lá e riscava uma. É, desde criança eu tenho dessas coisas.

Lembro que eu guardava a calcinha favorita pra usar nesse dia. Separava um shortinho preto de estrelinhas brancas que eu adorava só para usar no dia 25 de março. Lembro também que eu escondia do meu irmão mais velho na geladeira um “toddynho” para que ele fosse a minha primeira alimentação com a nova idade que se iniciava. Eu acreditava que tomar “toddynho” me traria sorte na nova fase. Também pedia para a empregada fazer purê de batata com galinha assada de forno pro almoço, só porque era a minha comida favorita.

No “meu dia” eu me sentia uma princesa porque tudo e todos eram voltados pra mim.

(Minha infância foi de bajulação em um tempo de “vacas gordas” na família do meu Pai e eu ganhava os melhores brinquedos e os maiores presentes que uma menininha podia ganhar naquela época. Eu era toda mimada, toda princesinha, a neta paparicada, a sobrinha preferida. Eu era a florzinha da vovó e o anjinho do vovô. Eu era a ‘Pirenta’ do papai, a Beluda da família e a “Bibíti” da mamãe. Eu era a menina delicada, fresquinha, engraçadinha e educada. Fui criada pra ter um futuro maravilhoso, cheio de realizações. Desde pequena os depósitos de confiança de sucesso foram em mim, sempre em mim. Eu tirava as melhores notas da minha turma; era escolhida pra ser monitora de matemática, português e ciências; dei aula de inglês; joguei no time de futebol de salão do colégio; fazia os deveres de casa do meu irmão e fazia os trabalhos dos meus colegas, enfim...eu dava razão para ser mimada.)

Apesar de ser uma boa aluna, no MEU DIA eu fazia questão de faltar na aula. Eu queria assistir Caverna do Dragão com o meu “toddynho” geladinho. Eu queria andar pela casa com cara de besta e ouvir todo mundo me dando os parabéns...

Hoje, depois de uns 14, 13 anos, eu já não brinco mais com os melhores brinquedos. Já nem tomo mais “toddynho” de manhã e nem mais prefiro Galinha Assada de Forno com Purê de batata no dia do meu aniversário. Não guardo mais a calcinha querida e o meu short de estrelinha sabe-se lá para quem minha mãe deu.

Eu talvez não alcancei o futuro que minha família queria que eu atingisse...mas mesmo assim ainda sinto que eles se orgulham de mim. Eles continuam me olhando como a menininha indefesa, a menininha delicada e a menininha de “fé”. Apesar de meu pai não entender porque que eu já uso sutiã e ter chorado quando soube que eu não sou mais virgem, eles acreditam que eu vou ser alguém. Aliás, eles já acham que eu sou alguém.

Eles me olham com um olhar de dever cumprido, de satisfação. E pra mim, sinceramente, não tem coisa mais serena de se sentir do que ver que você conseguiu corresponder às expectativas de quem você ama. E não é por eu já ser formada, estar terminando meu 'Master Business Administration' e o meu inglês. Não é por eu ter conseguido passar num concurso público, estar pagando meu carro com meu próprio suor ou porque eu ajudo as pessoas que precisam. Eles me olham assim porque eu não os decepcionei, porque eu não mudei minha essência mesmo com a separação dos meus pais aos meus 09 anos. Eles confiam em mim no que quer que seja e eu nem sei porquê. Não lembro de ter feito nada demais a eles. Eu só fiz e faço o que eles me ensinaram a fazer e assim vou vivendo.

Hoje a menininha cresceu, já namora, já faz indecência, já até renovou a habilitação pra dirigir. Ela já viaja sozinha, já faz aparecer dinheiro. Ela já conversa sobre política, sobre a vida e até mesmo sobre a própria infância que parece que acabou de acabar. Ela já pensa em ter sua própria menininha (ou menininho), sua casa e seu marido. Ela já pensa em ensinar o que aprendeu para que sua vida não passe em vão. Ela quer um dia olhar pra alguém com os mesmos olhos de orgulho que o avô dela olhou pra ela naquela tarde e com aquele mesmo sorriso que a mãe dela deu pra ela quando soube das boas notícias.

Acho que amanhã, dia 25, ela vai querer almoçar purê de batata com galinha assada de forno de novo só para não perder a fama de dramática que ela sempre teve.

Feliz Aniversário pra mim. ;)


*Feliz aniversário MESMO. Você merece. Assina: EU (Naiane)! ;)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Quantas vezes

Quantas vezes você já pensou em desistir e deixar de lado um ideal e os sonhos?

Quantas vezes você já bateu em retirada, com o coração amargurado?

Quantas vezes já sentiu o peso da responsabilidade sem ter com quem dividir?

Quantas vezes você já sentiu solidão mesmo cercado de pessoas?

Quantas vezes já falou, falou, falou sem ser escutado?

Quantas vezes lutou por uma causa perdida?

Aliás, quantas vezes já lutou por "alguém perdido"?

Quantas vezes voltou para casa com a sensação de derrota?

Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair, justamente na hora que tentou ser mais forte?

Quantas vezes você pediu a Deus um pouco de força? Daí as vezes sem perceber, a resposta vem, seja lá como for, através um sorriso, um olhar cúmplice, um bilhete, um gesto de amor! E aí tiramos força e insistimos em prosseguir, creditando, transformando, dividindo, sabendo ESTAR, sabendo SER. E Deus também insiste em nos abençoar, em nos mostrar o caminho. Percebemos que aquele caminho mais difícil, mais complicado é o mais bonito. E nós seguimos esse caminho, porque temos uma missão, um objetivo nessa vida.

Não deixem de viver, meninas. Não desistam.

"That you don't get to taste the honey, without the sting of a bee" (Nothing Ever Hurt Like You - James Morrison)

Bom dia! ;)

segunda-feira, 2 de março de 2009

Eu e Áries

Não sei se você acredita em astrologia, mas eu desconfio seriamente que isso funcione. Se você não acredita, vai parando de ler por aqui, porque é sobre isso que eu vou falar hoje.

Acordei pensando nas pessoas que fazem aniversário próximos de mim, mesmo que pertençam ao signo de Peixes - que antecede o meu. Cruzei traços de personalidade e me surpreendi com tantas coincidências. Começando pelo fato de que a maioria dos publicitários pertencem ao signo de Áries. Lembro que na minha turma da Faculdade, dos mais ou menos 35 alunos, 10 eram arianos. Coincidência gostar e ter aptidão para a mesma profissão? NÃO SEI. Só sei que dizem que os arianos têm o dom da criação.

Andei pesquisando a respeito do meu signo, e encontrei coisas verídicas sobre a minha personalidade...vou colocar aqui somente o que diz respeito REALMENTE sobre mim. Vamo lá?


---- A PERSONALIDADE DA PESSOA ----

Segundo alguns astrólogos, os Arianos amam projetos novos. Adaptam-se a qualquer situação, mas costumam ser um pouco precipitados, por isso não é raro um ariano falar algo à você e depois se desculpar. (TA VENDO DE ONDE VEM A MINHA NATUREZA DE FURONA? hahaha).

As qualidades de Áries incluem uma natureza agressivamente extrovertida, sinceridade, curiosidade, inocência resiliente, os arianos costumam ser bastante ingênuos, porém com espírito inquieto e selvagem às vezes.

Os arianos odeiam injustiças e destratação. São muito revolucionários e possuem espírito forte. Corajosos, eles não tem medo de nada que apareça em seu caminho, no entanto, são bastante individualistas e sempre preferem fazer as coisas sozinhos do que com os outros. Arianos são líderes por natureza e costumam ser muito admirados por pessoas à sua volta. E é essa mesma natureza que os impede de dividir suas atividades/tarefas com alguém...

Diferente do que a maioria pensa, um ariano não é bravo, não é rancoroso e nem estúpido, pelo o contrário, ele costuma ser bastante extrovertido com quem ele conhece (tímido com quem não conhece), fala baixinho, é meigo e ingênuo. Mas tudo pode mudar rapidamente com alguma atitude/palavra/frase fora do contexto; e ele se transforma em um indíviduo violento, ríspido e impulsivo e é nessas horas em que ele acaba falando as "verdades" e acaba tomando decisões que mais tarde pode se arrepender. Depois do momento do "soltar os cachorros", ele volta a ser o carneirinho meigo e doce (OoOoO), mas cuidado... carneiros ainda possuem chifres, mesmo que sejam curvados. (TA VENDOOOOO????)

A ariana adora se entregar à sua profissão, vencer e desfrutar tudo que o sucesso pode proporcionar. Nenhuma mulher se agarra com tanta gana quando o assunto é vencer em uma profissão. As empresárias mais agressivas, as advogadas mais bem conceituadas, normalmente são de Áries.

A mulher de Áries gosta de abrir suas próprias portas, puxar suas cadeiras e acender o próprio cigarro. Ela gosta de ser bem tratada e de galanteios, como toda mulher, mas acha que fazer as coisas por si mesma é a maneira mais rápida. Claro que isto nem sempre combina muito com o orgulho masculino...


---- AMIGOS ----
(meu Deus, essa foi verdadeiramente forte)

Arianos também possuem dificuldades em confiar nas pessoas e apesar de às vezes terem muitos amigos, são poucos os que eles realmente confiam. É perfeitamente normal um ariano ser muito amigo de alguém e depois de um tempo não se falarem mais, ele raramente se apega aos outros e se você não falar com ele, ele não falará com você e assim prossegue. Não guardam mágoas, mas para evitarem se magoarem novamente, eles preferem cortar a relação de uma vez por todas, por isso, cuidado quando você fere um ariano por que é uma vez só.

Em sua maioria, êles procuram amizades mais por atração intelectual do que por sentimentalismo. Eles a-do-ram amizades diferentes, se verem rodeados de pessoas criativas, por vêzes, até terem pessoas ditas excêntricas como amigos.
Gostam de fazer amizade dentro de algum grupo onde possam participar de projetos em comum. Por vezes, movido por novos interesses ou atividades, o ariano desaparece da vista dos amigos por anos, re-aparecendo então tão repentinamente quanto desapareceu. (MINHA NOSSA SENHORA!)


---- E NO AMOR? ----

Com esta natureza fogosa (ui!), arianos se apaixonam intensamente.
Têm ideais elevados nos assuntos do amor o que às vezes torna difícil sua satisfação. São honestos e espontâneos em suas emoções.

Sedutores, a conquista é como um jogo onde gostam de atos heróicos e de intensa expressão emocional. No amor se entregam por completo, confiantes, com uma certa pureza infantil. O ariano necessita dividir sua vida com alguém, se sentir admirado. Busca por um relacionamento harmonico e equilibrado.

O Homem tem que se acostumar com este seu jeito de gostar de assumir o comando e querer fazer as coisas por si mesma (RUUUUUUUUUM!!!). Nela existe a típica contradição de Áries: Não quer ninguém muito grudado nela, mas costuma perder o interesse se alguém se afastar demais. Ela Não quer um homem dominador, mas também não quer um coelhinho manso! (BOOOOOA)

A ariana não é presa fácil para os elogios. Deixe que saiba que você a admira, porém não seja muito bajulador. Ela odeia bajuladores, acha-os fracotes! Mas, um elogio feito por alguém que ela admira ou julga ser superior pode deixa-la em êxtase por semanas! Para ama-lo ela precisa orgulhar-se de você. Mas não se ache muito importante a ponto de relevar seus talentos ou despreza-la. A ariana, apesar de exigir muito do parceiro, sabe retribuir em dobro aos seus esforços para agrada-la. (kkkkkkkkkk, arrazada com esta verdade).

Deixe que ela se realize com o que gosta e terá uma mulher muito mais amável, sensível e carinhosa. E tente esquecer que às vezes ela parece amar mais seu trabalho. Do contrário terá uma pessoa amarga e rancorosa, atormentando-o com seu mau humor.


ESSA É PARA O MEU AMORZÃO CABEÇA DE MELÃO (OoOoo):

Se está apaixonado por uma ariana, dê graças a Deus! (hmmm)

Você acaba de encontrar uma mulher que fará de tudo para enfrentar os desafios, apaixonada, fiel e confiante no futuro! Se for bom para ela, jamais terá motivos para reclamar da falta de carinho ou de solidão. A ariana não é do tipo que abandona o barco quando a situação está critica (não mesmo). Ela ficará ao seu lado enquanto sentir que luta ao lado de seu herói.

;D

Só para finalizar a conversa, olha só ALGUNS arianos:
Getúlio Vargas; Roberto Carlos; Monteiro Lobato; Adriane Galisteu; Antônio Fagundes; Benedito Ruy Barbosa; Charlie Chaplin; Leonardo Da Vinci; Bruno Gagliasso; Chico Anysio; Gugu Liberato; Zeca Camargo; Cazuza; Eddie Murphy; Ana Maria Braga; Celine Dion; Eric Clapton; Vincent Van Gogh; Pedro Bial; Lima Duarte; Colin Farrell; Zizi Possi; Renato Russo; Xuxa; Mariah Carey; Jorge Ben; Airton Sena.. e no dia do meu aniversário: Elton John; Aretha Franklin; Leila Diniz.


E aí? Vai encarar? hahaha

Abração!

:*

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